Perda Auditiva

Não é só o corpo que precisa de atividades. De acordo com vários estudos, exercícios podem ajudar a melhorar ainda mais o desempenho cerebral, aumentando a atenção, a concentração e a memória. É justamente aí que ouvir bem pode fazer toda a diferença no desenvolvimento de novas conexões e no armazenamento de informações.

ATENÇÃO! E mesmo a menor perda auditiva pode comprometer, e muito, a capacidade do cérebro em desenvolver novas funções. “Sem entender o que uma pessoa falou mesmo coisas simples como três ou seis, terça ou sexta” não é possível armazenar a informação no cérebro. Além disso, a pessoa que não escuta direito fica menos atenta, o que pode comprometer a capacidade de leitura e de aprendizado de um novo idioma, de um novo aprendizado entre outros.

Ao usar um aparelho auditivo, o cérebro passa a recrutar novos neurônios para exercer atividades que eram acumuladas em outras áreas. Com isso, o paciente melhora, entre outras coisas, a memória e a atenção. Além disso, ao passar a gastar menos energia com processos automáticos, como ouvir, o cérebro consegue se dedicar a novas funções, como aprender um nova função, ou tocar um instrumento. “Quanto mais cedo acontecer a utilização do aparelho auditivo, maiores serão os ganhos para o paciente!”

Por isso que o fonoaudiólogo é o profissional capacitado para orientar e indicar o modelo do aparelho auditivo, após toda a avaliação necessária. É importante também ressaltar que é comum as pessoas acharem que não precisam do aparelho auditivo, muitas vezes por questão estética ou ainda pela repercussão negativo que isso possa levar entre amigos e/ou familiares.

Se você conhece alguém com dificuldade em ouvir, oriente-o a procurar um profissional como o fonoaudiólogo.

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