No início do ano, muitas pessoas fazem novas resoluções, mas nem sempre se recordam de dar uma atenção especial à saúde. Se essa parte estiver prejudicada, muitos planos, com certeza, não poderão ser concretizados. Que tal se dedicar à sua saúde auditiva? Comece 2019 se cuidando para não ter perda de audição.

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Abaixo a otorrinolaringologista da Clínica Dolci, Ana Carolina Cassanti explica quais são os principais tipos desse problema.

Perda auditiva condutiva: ocorre quando há algum bloqueio no caminho em que o som percorre até chegar na orelha interna. Isso pode envolver malformações do órgão da audição e do equilíbrio, alguma obstrução no canal do ouvido como exceção de cerume (cera), perfuração no tímpano, desgaste ósseo no sistema ossicular (formado por três ossinhos – martelo, bigorna e estribo), líquidos ou tumores na região. “Na maioria das vezes é possível melhorar a perda auditiva condutiva por meio aparelhos auditivos, procedimentos clínicos ou cirúrgicos”, explica a especialista.

Sensorioneural: é a consequência de problemas a partir do órgão da audição, ou seja, na orelha interna (cóclea) ou no nervo coclear. A causa dessa perda pode ser por infecções virais ou bacterianas, distúrbios metabólicos, causas traumáticas (trauma acústico ou perda auditiva induzida por ruído), medicamentos ou fatores degenerativos e tumores no nervo da audição.

Perda presbiacusia: relacionada à idade, tem causa multifatorial nos quais destacam fatores genéticos, gênero e exposição a ruído. Geralmente, tem início aos 40 anos com progressão lenta e gradual. “A perda de audição é pior nos sons agudos e determina dificuldade para escutar, inicialmente, e após evolui com dificuldade na compreensão das palavras. Também é uma deficiência sensório neural e a partir de um determinado tempo, existe a indicação de aparelhos auditivos”, esclarece Ana Carolina.

Perda auditiva central: essa condição não limita necessariamente a sensibilidade auditiva, porém causa graus de dificuldades na compreensão do que é ouvido. Pode ser desencadeada por alterações nas formas de preparação da informação sonora no sistema nervoso central.

Perdas mistas: É quando ocorre uma combinação da perda auditiva condutiva com a sensorioneural. As opções de tratamento podem incluir medicamentos, cirurgia, aparelhos auditivos ou implantes auditivos de ouvido médio.

A surdez pode ser causada por diversos fatores. Em alguns casos ela é reversível, em outros, não. “Uma boa avaliação com especialista e um acompanhamento clínico são indispensáveis para um diagnóstico preciso e uma conduta adequada e individualizada”, finaliza a otorrinolaringologista.

 

Fonte : https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/686253/conheca-5-principais-tipos-de-perda-auditiva

GENEBRA – Mais de 1 bilhão de jovens no mundo corre o risco de desenvolver problemas auditivos diante de uma exposição prolongada e excessiva a sons em volume alto, principalmente por meio de fones de ouvido. O alerta é da Organização Mundial da Saúde (OMS) que, nesta semana, publica novos padrões para a produção de produtos tecnológicos que, segundo a entidade, estão contribuindo para a atual situação. A estimativa é de que o risco atinge 50% da população entre 12 e 35 anos de idade.

Em um projeto que colocou lado à lado a OMS e a União Internacional de Telecomunicações, especialistas do setor de saúde e de tecnologia estabeleceram parâmetros a serem seguidos pela indústria, incluindo a de celulares.

 

Hoje, cerca de 5% da população mundial, cerca de 466 milhões de pessoas, tem problemas auditivos, com um custo anual para a economia global de US$ 750 bilhões. Até 2050, a estimativa é de que esse número supere a marca de 900 milhões de pessoas.

Na avaliação da OMS, porém, chegou o momento de que padrões sejam adotados. A recomendação é para que as empresas passem a colocar opções de limite automático de volume nos aparelhos.

Uma espécie de crédito de som seria criado por semana e, caso o usuário atinja 100%, haveria algum tipo de bloqueio na capacidade de elevar o som.

Em um primeiro momento, uma mensagem apareceria ao usuário para que reduza o som. Caso a mensagem seja ignorada, o volume seria congelado automaticamente em um patamar considerado como adequado.

Fones de ouvido

O celular do designer Yago Lucri de Santana, de 21 anos, até mostra quando o volume está acima do adequado, mas não costuma se importar com a informação. “Ignoro. Aperto o ‘ok’ e aumento o volume.”

Ele conta que a primeira coisa que faz ao acordar é colocar o fone de ouvido, que o acompanha no trajeto até o trabalho e durante o expediente. “Não gosto do barulho ambiente. O fone tranquiliza e gosto muito de ouvir música.”

Ele conta que, por estar sempre com o fone de ouvido, os colegas de trabalho precisam tocar nele para chamar sua atenção. Em casa, não é diferente. “Moro com a minha mãe e minha irmã. Elas se incomodavam bastante, mas acabaram se acostumando. Antes, minha mãe gritava para falar comigo. Agora, ela vai até o meu quarto.”

Santana começou a fazer o uso frequente do equipamento em 2017, quando utilizava um modelo intra-auricular. Incomodado, trocou por um modelo de concha há cerca de um ano. “Doía o ouvido, porque machuca muito depois de um tempo de uso.”

O novo padrão também recomenda o controle parental sobre aparelhos utilizados por menores. “É recomendado que os aparelhos ofereçam uma opção em que o nível máximo de som possa ser fixado e bloqueado já ao estabelecer os dados do usuário, inclusive por meio de um código secreto”, indicou a OMS.

“Isso permitiria que os pais possam estabelecer o limite máximo de som que um aparelho pode gerar para uma criança e que esse menor não o possa modificar”, completou.

 

A outra recomendação é para que os aparelhos possam medir, por meio de softwares, a exposição do usuário ao som e que possam calcular o percentual do dia diante desse risco. “Os aparelhos pessoais de som devem incluir um software que monitore o nível e duração da exposição do usuário ao som”, explicou a OMS.

O usuário então poderia selecionar duas opções para que o aparelho indique quais são os usos “seguros” do nível de música. Para adultos, se o nível de som ficar abaixo dos 80 decibéis, é possível ouvir música em segurança por até 40 horas por semana. Qualquer nível acima dessas taxas seria alvo de um alerta e mesmo de uma interrupção do uso do som nos aparelhos.

A segunda opção seria o uso desses aparelhos por menores. O mesmo controle ocorreria, mas com um índice de 75 decibéis. De acordo com os padrões, se uma criança ouvir música acima de 100 decibéis, qualquer duração acima de 6 minutos por semana já seria perigoso para sua audição.

Ao utilizar fones de ouvido, o ideal é que o volume seja ajustado em menos de 60% do máximo que pode ser alcançado. O equipamento deve estar ajustado e, se possível, ter cancelamento de ruído, como os fones que cobrem toda a orelha do usuário.

“Hoje, não temos exatamente como saber se estamos ouvindo a música num volume adequado ou não. É como dirigir um carro em uma estrada sem os ponteiros de velocidade nos carros”, disse Shelly Chadha, especialista da OMS. “O que estamos recomendando é construir um ponteiro de velocidade para esse som.”

Segundo ela, são os governos que precisam estabelecer os padrões e, assim, exigir que os produtos possam seguir as recomendações. Na Europa, alguns países já adotam exigências de que colocar cores nos volumes de celulares, mostrando em vermelho um eventual excesso. Mas isso, na avaliação da OMS, não seria suficiente.

“Dado que temos o ‘know-how’ tecnológico para impedir a perda auditiva, não podemos simplesmente permitir que crianças sofram com isso ao escutar música”, disse Tedros Ghebreyesus, diretor-executivo da OMS. “Eles precisam entender que, uma vez perdida a audição, ela não retorna”, alertou.

Ao usar o fone de ouvido na rua ou no transporte público, o usuário não tem o impacto do volume alto, pois vai aumentando gradualmente. Assim, a lesão ocorre sem que a pessoa sinta os danos.

“Em ambientes comuns, como o ônibus, o nível de ruído já está no limite, que é de 80 decibéis. A pessoa aumenta o volume por causa do barulho e coloca acima dos limites”, explica o médico otorrinolaringologista Luiz Fernando Manzoni Lorençone, membro titular da Associação  Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial.

De acordo com ele, um dos primeiros sinais de que a audição não vai bem é a dificuldade  compreensão. “A pessoa sabe que a outra está falando, mas não consegue entender. Ela entende fonemas parecidos ou confunde (palavras). Isso, principalmente para os jovens, cria bullying.”

Dano irreversível

Segundo o médico otorrinolaringologista Jamal Azzam, o ouvido tem um sistema de controle que permite neutralizar sons intensos. “Mas ele não consegue cortar sons de 100, 120 decibéis. Quando é muito intenso, danifica as células auditivas. Quando o paciente percebe a perda auditiva, é porque ela já evoluiu. É importante saber que todas essas lesões são irreversíveis.”

O ideal seria fazer o uso de modelos que cobrem toda a orelha e com cancelamento de ruídos externos. “Geralmente, as pessoas usam fones de inserção, que nunca vedam totalmente o canal auditivo. Isso vai somar o nível de intensidade sonora do ambiente com o do fone de ouvido.”

Manter o volume baixo e fazer intervalos são orientações da fonoaudióloga Ana Lúcia Durán, da clínica Zambotti e Durán. “A exposição a ruídos já é uma das causas comprovadas de perda de audição. As pessoas não podem usar fone por tempo prolongado. Já existe um processo natural de envelhecimento e, com o tempo, a pessoa vai perdendo determinadas células e perdendo audição.”

Ela diz que a faixa dos 12 aos 20 anos costuma fazer o uso mais inconsciente do equipamento, pois, além da música, esses jovens usam os fones de ouvido em jogos.

 

Fonte : https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,audicao-de-mais-de-1-bilhao-de-jovens-esta-ameacada-alerta-oms,70002717820

Você tem curiosidade de saber mais sobre como funciona um aparelho auditivo? Aqui vai encontrar o conteúdo que suprirá suas várias curiosidades sobre esse equipamento tão importante.

Aparelho auditivo

O aparelho auditivo é um dispositivo eletrônico que tem a essencial função de amplificar as ondas sonoras, de forma que uma pessoa com perda de audição possa ouvir os sons que se passam no ambiente. Esse aparelho tem três partes simples, uma delas é o microfone, a outra um amplificador e, por último, o receptor.

Como funciona?

O aparelho capta o som por meio do microfone, que converte as ondas sonoras em sinais elétricos e os manda diretamente a um amplificador. Nessa etapa, o amplificador aumenta a potência dos sinais e os enviam para o ouvido através do receptor. Esse aparelho tem como objetivo ajudar pessoas com uma perda auditiva a perceber sons.

Avanço do aparelho auditivo

Os ruídos de fundo sempre foram um dos maiores problemas das pessoas que usam o aparelho. No entanto, graças ao desenvolvimento gradativo da tecnologia atual, é possível encontrar aparelhos auditivos pequeninos que podem até ser encaixados no fundo do canal auditivo, sem danificar a reprodução sonora, que fica bem precisa e reduz os ruídos, realçando os sons. Todo este processo realiza-se automaticamente dentro do aparelho auditivo sem que o usuário perceba.

Tipos de aparelho

Existem diversos modelos que variam no tamanho e no tipo de cada amplificação. Os preferidos da maioria, por questões estéticas, são os intracanais e retroauriculares, entretanto não funcionam bem para todo tipo de perda auditiva. O que varia é a porção da orelha onde são encaixados, o tamanho e o molde. Cada modelo de aparelho auditivo é indicado para um tipo de perda. Saiba que a porção do aparelho que fica dentro do chamado meato acústico externo é feita sob medida.

Como o cérebro ouve

O som enviado pelo aparelho, da mesma forma daquele que o ouvido recebe normalmente, é recebido pela cóclea,que fica no ouvido interno. Depois é passado ao nervo acústico do cérebro.

Recomendação para crianças

É essencial que crianças que foram diagnosticadas com perda de audição comecem a utilizar o aparelho rapidamente. Caso contrário, podem ter problemas decorrentes da perda de audição, como o comprometimento no desenvolvimento intelectual, psicológico, motor e na linguagem.

Gostou de saber mais sobre como funciona o aparelho auditivo? Então compartilhe!

 

Fonte  https://www.iped.com.br/materias/fonoaudiologia/funciona-aparelho-auditivo.html

O aparelho auditivo, também chamado de prótese auditiva acústica, é um pequeno dispositivo que deve ser colocado diretamente no ouvido para ajudar a ampliar o volume dos sons, facilitando a audição de pessoas que tiveram perda desta função, de qualquer idade, sendo muito comum em idosos que perdem a capacidade auditiva por causa do envelhecimento.

Existem diversos tipos de aparelho, de uso interno ou externo à orelha, compostos por microfone, amplificador de som e auto-falante, o que aumenta o som para chegar ao ouvido. Para o seu uso, é necessário ir no otorrinolaringologista e fazer exames de audição, como audiograma, para saber qual o grau de surdez, que pode ser leve ou profunda, e escolher o dispositivo mais adequado.

Além disso, existem vários modelos e marcas, como Widex, Siemens, Phonak e Oticon, por exemplo, além de vários formatos e tamanhos, e possibilidade de usar em um ouvido ou nos dois.

 

Preço do aparelho auditivo

O preço do aparelho auditivo dependendo do tipo e marca de dispositivo, podendo variar entre 2 mil e 12 mil reais.

No entanto, em alguns estados do Brasil, o paciente com dificuldade auditiva pode pode ter acesso a um aparelho auditivo gratuitamente, através do SUS, após indicação do médico.

Quando é necessário usar

Os aparelhos auditivos são indicados pelo otorrinolaringologista para casos de surdez por desgaste do sistema auditivo, ou quando há alguma situação ou doença que provoca dificuldade para a chegada de som no ouvido interno, como:

  • Sequelas de otite crônica;
  • Alteração das estruturas do ouvido, por um traumatismo ou por uma doença, como a otosclerose;
  • Danificação das células do ouvido por excesso de ruídos, por trabalho ou ouvir música muito alta;
  • Presbiacusia, em que acontece degeneração das células do ouvido devido ao envelhecimento;
  • Tumor no ouvido.

Quando há qualquer tipo de perda da audição, deve-se passar pela avaliação do otorrinolaringologista, que irá avaliar o tipo de surdez e confirmar se há necessidade de uso do aparelho auditivo ou se será necessário algum medicamento ou realização de alguma cirurgia para tratamento. Em seguida, o fonoaudiólogo será o profissional responsável por indicar o tipo de aparelho, além de adaptar e acompanhar o aparelho auditivo para o usuário

 

Tipos de aparelho e como funcionam

Existem diferentes tipos e modelos de aparelho auditivo, que devem ser orientados pelo médico e fonoaudiólogo. Os principais são:

  • Retroauricular, ou BTE: é o mais comum, usado encaixado na parte superior externa da orelha, e ligado ao ouvido por um fino tubo que conduz o som. Possui controles internos de programação, como regulação de volume, e compartimento de pilha;
  • Intracanal, ou ITE: é de uso interno, sendo fixado dentro do canal auditivo, fabricado especificamente para a pessoa que vai usar, após realização de um molde do ouvido. Pode ter controle interno ou externo com botão de volume e programação para controle da função, e compartimento de pilha;
  • Intracanal profundo, ou RITE: é o menor modelo, com tecnologia digital, de uso interno, pois se encaixa totalmente dentro do canal auditivo, sendo praticamente invisível quando colocado. Se adapta muito bem para pessoas com perda de audição leve a moderada.

 

 

Os aparelhos internos têm um custo mais elevado, entretanto, a escolha entre estes modelos é feita de acordo com as necessidades de cada pessoa. Para o seu uso, é indicado fazer um treinamento de reabilitação auditiva com o fonoaudiólogo, para permitir uma melhor adaptação e, além disso, o médico pode indicar um período de teste domiciliar para saber se há ou não adaptação.

 

 

Fonte : https://www.tuasaude.com/aparelho-auditivo/

 

O uso de aparelho auditivo pode significar uma mudança brusca na qualidade de vida de pessoas que têm problemas para ouvir. Sair de um universo sem sons, ou com limitação, e passar a ouvir familiares, amigos e o mundo a sua volta promove não só a comunicação destas pessoas, mas também a melhora da autoestima.

 

Ainda que não tenha o poder de curar a deficiência, o aparelho auditivo pode, muito bem, representar isso na vida das pessoas.

Benefícios do  aparelho auditivo

O aparelho auditivo pode ser comparado a um óculos para uma pessoa míope ou com outro problema de visão. Sem este aparelho, o deficiente visual é incapaz de enxergar imagens adequadamente, ainda mais se a deficiência for intensa.

A prótese auditiva surgiu para sanar o problema de quem não é totalmente surdo, mas que tem capacidade limitada de audição. É útil, especialmente, numa conversa individual, em pequenos grupos e também ao assistir televisão.

Ou seja, é ideal para locais onde não haja muito ruído e os sons não disputem atenção. Conversas ao telefone também são momentos desafiadores para quem faz uso deste recurso.

Preconceito e aparelho auditivo

O preconceito sempre fez parte das deficiências. Pessoas que precisam de equipamentos para melhorar ou conquistar a independência de um sentido que está limitado, ou que simplesmente não foi habilitado pelo organismo, sabem o que é ter que usá-los e ser motivo de exclusão.

Felizmente, o avanço da tecnologia proporcionou aos deficientes um aparelho auditivo capaz de ser praticamente imperceptível por terceiros. O que dá segurança aos usuários para usá-los sem ter receio de sofrer atitudes preconceituosas.

Os modelos de próteses atualmente também são incrivelmente mais eficientes que seus antecessores gigantes.

Dificuldades iniciais esperadas 

1. Adaptação ao uso do molde

Logo no início do uso, o molde do aparelho auditivo pode ser incômodo para o usuário. Se não passar em algumas semanas, o ideal é buscar auxílio de um profissional para ver se a prótese está adequada.

2. Ruídos mais perceptíveis

Os primeiros sons podem parecer uma escola de samba no ouvido da pessoa, mas com o tempo, ela se acostuma e sentirá a maior felicidade em ouvir os sons.

3. Dificuldades no manuseio

O aparelho exige que usuário tenha capacidade de manuseá-lo adequadamente.  Caso necessário, peça ajuda de um técnico para que ele ensine como é o manuseio correto.

4. Problemas com a expectativa

Quando uma pessoa descobre que é apta a usar o aparelho, ela naturalmente cria uma expectativa diante disso. A vontade de escutar perfeitamente, como um ouvinte sem problemas, nem sempre é possível, devido ao grau da lesão no ouvido.

Para alguns, isso pode ser frustrante e até motivo para abandono da prótese. Atitude, que não deve ser incentivada pela família.

 

Fonte : https://fortissima.com.br/2015/02/19/entenda-os-beneficios-uso-de-aparelho-auditivo-para-quem-precisa-14691481/

A sensação de ouvido entupido pode ter diversas causas, sendo que a mais comum e frequente está relacionada com a variação de pressão durante uma mudança de altitude, como ocorre durante a descida de uma serra ou quando o avião começa a descer, por exemplo.

Como o corpo demora algum tempo para se habituar a essa mudança de pressão, o ouvido fica entupido, pois a pressão do ambiente é diferente daquela que ele estava habituado.

Normalmente a situação se resolve ao engolir saliva, beber algum líquido ou bocejar. Outra forma de desentupir o ouvido é tapar o nariz, fechar a boca e soprar, sem deixar o ar sair.

No entanto, existem ainda outras situações que podem deixar o ouvirdo entupido:

  • Bruxismo: O deslocamento incorreto da mandíbula pode dar a sensação de ouvido tapado;
  • Bloqueio de algum ossinho do ouvido: No ouvido médio existem 3 ossinhos que ajudam a transmitir as ondas sonoras até o ouvido interno, por meio de movimentos em conjunto com o tímpano, através de contrações de músculos muito pequenos. Caso haja algum bloqueio ou disfunção nesse movimento, pode surgir a sensação de ouvido entupido;
  • Resfriado, gripe, rinite alérgica, aumento das adenoides: Podem causar obstrução nasal devido ao acúmulo de catarro, que pode ser empurrado para o ouvido, tapando-o;
  • Otite: As infecções de ouvido podem deixar o ouvido entupido. Normalmente a otite vem acompanhada de dor, febre, vertigem, tontura, além de agitação, choro fácil e perda de apetite, no caso das crianças;
  • Acúmulo de cera: O cerume em excesso pode obstruir parcialmente ou totalmente o conduto auditivo. Mesmo quando a quantidade de cera é normal, ela pode ser empurrada para o fundo do ouvido com a entrada de água ou com o uso de cotonetes, deixando o ouvido entupido e podendo até causar dor de ouvido.

Em caso de ouvido entupido, deve-se procurar o/a médico/a de família, clínico/a geral ou otorrinolaringologista para que as causas sejam devidamente identificadas e tratadas.

 

Fonte : https://medicoresponde.com.br/ouvido-entupido-o-que-pode-ser-e-o-que-fazer/

Muitos pacientes quando chegam na Audireal me perguntam: “Como eu escolho o melhor aparelho auditivo para mim?”

E eu respondo: tudo irá depender do que você deseja e espera dele.

O que eu quero dizer é que existem várias linhas de aparelhos auditivos, desde uma linha básica até chegar em uma linha sofisticada e cada modelo tem a sua peculiaridade e o que agrada muito um paciente pode não agradar tanto a outro.

O paciente quando chega ate a minha clínica, tem muitas dúvidas mesmo porque muitos dos casos nunca usaram, então segue algumas DICAS e VANTAGENS para adquirir o seu aparelho auditivo na Audireal.

 

 

1-) No dia da sua consulta, fale para a fonoaudióloga de forma honesta e clara como é o seu dia-a-dia. Setrabalha e como é esse ambiente de trabalho? Sefrequenta reuniões? Frequenta teatro/cinemas/shows?  Faz muitas viagens? Participa de atividades físicas e quais são?  Tem vida social ativa? Entre outros…  Porque são informações fundamentais para a escolha do modelo ideal para você.

2-) Na Audireal, apresentamos todos os modelos, as características, garantia, manutenções e a assistência técnica, para que você conheça de forma detalhada o aparelho auditivo.

3-)Oferecemos promoções e facilidades na forma de pagamento para que o paciente adquira e comece o seu tratamento e tenha qualidade de vida.

4-) A Audireal oferece também retornos trimestrais gratuitos para todos os pacientes durante o processo de utilização do aparelho auditivo.

5-) Além disso, todos os modelos tem registro na ANVISA (Ministério da Saúde) e no CRFA (Conselho Regional de Fonoaudiologia).

 

Venha conhecer!

Dra. Priscila S. Vicente Francisco

Fonoaudióloga Responsável

CRFa. 15.601.

É crescente o número de pessoas que utilizam fones de ouvido para ouvir músicas a partir de aparelhos MP3 ou de outros dispositivos, como computadores e tablets. Consequentemente também é crescente o número de pessoas com problemas auditivos.

Isso porque o ruído, de maneira geral, só é inofensivo a saúde até o limite de 50dB (decibéis) quando exposto por no máximo 8 horas ao dia, limites que normalmente são ultrapassados pelos usuários.

Existem dois tipos de perda auditiva relacionadas a excesso de ruído: Há a perda temporária, que normalmente atinge pessoas que ficam por muito tempo em ambientes fechados ou abertos com elevados níveis de ruído. E há a perda contínua, sem retorno da audição de forma natural, que tem grande chance de atingir os usuários de fones de ouvido que abusam do volume e tempo de uso.

Além dos usuários de fones de ouvido, outros grupos correm grandes riscos de sofrerem problemas auditivos, como os jovens que frequentam casas noturnas e pessoas que trabalham em ambientes ruidosos, onde normalmente a poluição sonora é maior do que a aceitável, e as pessoas permanecem por longas horas nesses locais.

Dentre os sintomas mais comuns do abuso da capacidade auditiva, podemos citar o zumbido, que pode se manifestar como barulho de apito, algo parecido com o canto de uma cigarra, chiado de água, barulho de grilo, barulho de panela de pressão, vibração e zumbido de abelha.

É de extrema importância o cuidado com o volume do que se está ouvindo, o ideal é que ele nunca fique no máximo, ou ao ponto de não se ouvir o que está acontecendo ao seu redor. Lembrando que dependendo do tipo de fone, quando é introduzido no ouvido, o som é amplificado, oferecendo riscos maiores à audição.

A melhor forma de fazer o uso de fones, amenizando os efeitos prejudiciais, é optar por modelos tenham um bom isolamento acústico e sempre utilizar os lados direito e esquerdo simultaneamente. O hábito de escutar apenas por um lado pode causar uma perda auditiva assimétrica, a qual se desenvolve gradativamente.

Os fones não devem ser compartilhados, e cada lado deve ser sempre usado no ouvido correspondente e nunca de forma invertida ou alternadamente. Isso evita a transmissão de possíveis doenças e infecções de um ouvido para o outro e entre pessoas.

Também é de extrema importância lembrar de acondicionar os fones em locais limpos e higienizá-los antes e logo após o uso, de preferência com panos umedecidos em álcool.

 

Fonte : http://www.qualidadeemsaude.com.br/saude/519-consequencias-do-uso-dos-fones-de-ouvido

 

 

 

 

Primeiro vamos falar sobre a importância da cera. A cera (ou cerume) é produzida por glândulas da pele da porção mais externa do canal auditivo. A cera é formada pela secreção das glândulas, que é rica em gordura e descamação de pele, possuindo várias funções. Por ser oleosa, ela impede o ressecamento da pele do conduto auditivo e funciona como uma barreira de proteção, que filtra impurezas e corpos estranhos. Também possui ação antibacteriana e antifúngica.

 

 

Por que não podemos retirar a cera?

Retirar a cera reduz a proteção natural contra microorganismos, aumentando o risco de infecções. As infecções do canal auditivo costumam ser muito dolorosas e precisam de tratamento com antibióticos locais.

Além disso, a pele fica extremamente seca, o que gera sensação de coceira, que por sua vez faz a pessoa manipular ainda mais o canal auditivo. Isso se torna um círculo vicioso, com muita irritação no local e eventualmente infecção (otite).

Tentativas de remover a cera de forma excessiva causam um trauma na pele do ouvido, levando à dor. Além disso, o ato pode empurrar a cera para dentro do ouvido, obstruindo o canal e dando a sensação de surdez. Neste caso, em geral é necessária a retirada pelo médico, por meio de lavagem ou aspiração. Se a haste flexível for introduzida até o fundo do canal do ouvido, pode chegar à membrana timpânica, podendo até perfurá-la e levar a uma perda auditiva.

Aposente a haste flexível

Recomenda-se usar apenas toalha para secar após o banho. O uso de haste flexível não é recomendado, pois ela acaba sendo introduzida dentro do canal auditivo com frequência.

O intervalo de tempo em que essa limpeza precisa ser feita depende de cada pessoa, não existe uma regra. Na verdade, pelo fato de nosso ouvido ser “auto-limpante”, quanto menos limpeza, melhor. Se já for um hábito, devemos tomar o cuidado de só limpar externamente.

 

Fonte : https://www.minhavida.com.br/saude/materias/17902-tirar-cera-de-ouvido-aumenta-risco-de-infeccoes-no-orgao

De acordo com um estudo recente realizado por Jamie Desjardins, professor assistente no programa fonoaudiológico na Universidade do Texas em El Paso, concluiu-se que os aparelhos auditivos podem melhorar a função cerebral em pessoas com perda auditiva.

Sabe-se que a perda auditiva, se não for tratada, pode levar a consequências emocionais e sociais, desempenho reduzido no trabalho e diminuição da qualidade de vida. Recentemente, a pesquisa mostrou que a perda auditiva não tratada também pode interferir nas capacidades cognitivas, isso porque tanto esforço mental é desviado para a compreensão da fala.

Desjardins explicou que, como as pessoas envelhecem, as habilidades cognitivas básicas – a memória de trabalho, a capacidade de prestar atenção a um alto-falante em um ambiente ruidoso, ou a capacidade de processar informações rapidamente – começará a declinar. A perda auditiva afeta mais de 9 milhões de americanos com idade superior a 65 e 10 milhões de americanos com idades entre 45 a 64, mas apenas cerca de 20% das pessoas que realmente precisam de aparelhos auditivos fazem o uso dele, disse Desjardins.

Para explorar os efeitos da perda de função cerebral, Desjardins estudou um grupo de indivíduos em seus 50 e 60 anos com perda auditiva neurossensorial bilateral que anteriormente nunca tinha usado aparelhos auditivos. Os participantes do estudo realizaram testes cognitivos para medir sua memória de trabalho, atenção seletiva, e habilidades de velocidade de processamento, antes e após o uso de aparelhos auditivos. Depois de duas semanas de uso da amplificação, os participantes exibiram uma melhoria significativa na sua função cognitiva.

“A maioria das pessoas vão experimentar a perda de audição em sua vida”, disse Desjardins. “Pense em alguém que tem perda auditiva e ainda está trabalhando e eles não estão usando aparelhos auditivos. Eles estão gastando muito do seu poder intelectual apenas tentando se concentrar em ouvir, e podem não serem capazes de realizarem o seu trabalho bem. Ou se eles podem, estão exaustos porque estão se esforçando muito mais do que deviam. Consequentemente ficam mais cansados no final do dia, porque é muito mais desgastante. Ou seja, afeta sua qualidade de vida.”