Já não é de hoje que se sabe que a perda auditiva não afeta somente o sistema auditivo. A dificuldade em ouvir prejudica o convívio social e pode ser a causa de doenças como, por exemplo, a depressão.

Contudo, além de afetar psicologicamente os pacientes, a perda auditiva pode estar relacionada ao desenvolvimento de fadiga severa e à baixa disposição física.

 

 

Essa constatação foi feita a partir de um estudo realizado por pesquisadores do Departamento de Audição e Ciência da Fala, da Universidade Vanderbilt Bill Wilkerson nos Estados Unidos. No estudo foram analisados os resultados de 149 pesquisas dos participantes com a idade média de 66 anos, os quais foram consultados acerca de suas dificuldades auditivas.

É importante notar que esses sintomas de cansaço acima do normal foram notados em pacientes com perda auditiva que não faziam uso de aparelhos auditivos. Mostrando uma relação clara entre a deficiência na audição e o cansaço físico.

Umas das revelações obtidas com o estudo foi a de que adultos que procuram ajuda para dificuldades auditivas são mais propensos a relatar baixo vigor e uma escala menor de aumento de cansaço, comparado com a população em geral. A fadiga severa, na verdade, foi o duas vezes mais elevada no grupo de pacientes analisado.

Além disso, o aumento de risco de fadiga severa e problemas de disposição parecem não estar relacionados com o nível de perda auditiva. De modo geral, isso pode significar que a perda auditiva leve pode causar as mesmas sensações de baixa disposição que a perda auditiva severa causaria.

Ainda, segundo o estudo, as consequências psicológicas negativas da perda auditiva estão fortemente associadas com avaliações subjetivas de fadiga, em todos os domínios e disposição. Tal conclusão vem como forma de comprovação das sensações sentidas pelos próprios pacientes com perda auditiva.

Contudo, inúmeros estudos e diversas pesquisas feitas pelos maiores centros médicos do mundo têm revelado que a utilização de aparelhos auditivos é capaz de melhorar a qualidade de vida da maioria dos usuários de maneira significativa. Reduzindo drasticamente os impactos negativos de deficiência auditiva.

O estudo revelou que usuários de aparelho auditivo desfrutam melhor de sua saúde que os não usuários. Pessoas que usam aparelho auditivo afirmam também que se sentem menos cansadas e exaustas. Os maiores efeitos positivos causados pelo uso de aparelho auditivo estão relacionados à vida social dos usuários, ao participarem em atividades de grupo, e nas relações familiares.

 

Fonte : http://www.aparelhoauditivo.com/fadiga-perda-auditiva/

Muitos pacientes quando chegam na Audireal me perguntam: “Como eu escolho o melhor aparelho auditivo para mim?”

E eu respondo: tudo irá depender do que você deseja e espera dele.

O que eu quero dizer é que existem várias linhas de aparelhos auditivos, desde uma linha básica até chegar em uma linha sofisticada e cada modelo tem a sua peculiaridade e o que agrada muito um paciente pode não agradar tanto a outro.

O paciente quando chega ate a minha clínica, tem muitas dúvidas mesmo porque muitos dos casos nunca usaram, então segue algumas DICAS e VANTAGENS para adquirir o seu aparelho auditivo na Audireal.

 

 

1-) No dia da sua consulta, fale para a fonoaudióloga de forma honesta e clara como é o seu dia-a-dia. Setrabalha e como é esse ambiente de trabalho? Sefrequenta reuniões? Frequenta teatro/cinemas/shows?  Faz muitas viagens? Participa de atividades físicas e quais são?  Tem vida social ativa? Entre outros…  Porque são informações fundamentais para a escolha do modelo ideal para você.

2-) Na Audireal, apresentamos todos os modelos, as características, garantia, manutenções e a assistência técnica, para que você conheça de forma detalhada o aparelho auditivo.

3-)Oferecemos promoções e facilidades na forma de pagamento para que o paciente adquira e comece o seu tratamento e tenha qualidade de vida.

4-) A Audireal oferece também retornos trimestrais gratuitos para todos os pacientes durante o processo de utilização do aparelho auditivo.

5-) Além disso, todos os modelos tem registro na ANVISA (Ministério da Saúde) e no CRFA (Conselho Regional de Fonoaudiologia).

 

Venha conhecer!

Dra. Priscila S. Vicente Francisco

Fonoaudióloga Responsável

CRFa. 15.601.

É crescente o número de pessoas que utilizam fones de ouvido para ouvir músicas a partir de aparelhos MP3 ou de outros dispositivos, como computadores e tablets. Consequentemente também é crescente o número de pessoas com problemas auditivos.

Isso porque o ruído, de maneira geral, só é inofensivo a saúde até o limite de 50dB (decibéis) quando exposto por no máximo 8 horas ao dia, limites que normalmente são ultrapassados pelos usuários.

Existem dois tipos de perda auditiva relacionadas a excesso de ruído: Há a perda temporária, que normalmente atinge pessoas que ficam por muito tempo em ambientes fechados ou abertos com elevados níveis de ruído. E há a perda contínua, sem retorno da audição de forma natural, que tem grande chance de atingir os usuários de fones de ouvido que abusam do volume e tempo de uso.

Além dos usuários de fones de ouvido, outros grupos correm grandes riscos de sofrerem problemas auditivos, como os jovens que frequentam casas noturnas e pessoas que trabalham em ambientes ruidosos, onde normalmente a poluição sonora é maior do que a aceitável, e as pessoas permanecem por longas horas nesses locais.

Dentre os sintomas mais comuns do abuso da capacidade auditiva, podemos citar o zumbido, que pode se manifestar como barulho de apito, algo parecido com o canto de uma cigarra, chiado de água, barulho de grilo, barulho de panela de pressão, vibração e zumbido de abelha.

É de extrema importância o cuidado com o volume do que se está ouvindo, o ideal é que ele nunca fique no máximo, ou ao ponto de não se ouvir o que está acontecendo ao seu redor. Lembrando que dependendo do tipo de fone, quando é introduzido no ouvido, o som é amplificado, oferecendo riscos maiores à audição.

A melhor forma de fazer o uso de fones, amenizando os efeitos prejudiciais, é optar por modelos tenham um bom isolamento acústico e sempre utilizar os lados direito e esquerdo simultaneamente. O hábito de escutar apenas por um lado pode causar uma perda auditiva assimétrica, a qual se desenvolve gradativamente.

Os fones não devem ser compartilhados, e cada lado deve ser sempre usado no ouvido correspondente e nunca de forma invertida ou alternadamente. Isso evita a transmissão de possíveis doenças e infecções de um ouvido para o outro e entre pessoas.

Também é de extrema importância lembrar de acondicionar os fones em locais limpos e higienizá-los antes e logo após o uso, de preferência com panos umedecidos em álcool.

 

Fonte : http://www.qualidadeemsaude.com.br/saude/519-consequencias-do-uso-dos-fones-de-ouvido

 

 

 

 

Primeiro vamos falar sobre a importância da cera. A cera (ou cerume) é produzida por glândulas da pele da porção mais externa do canal auditivo. A cera é formada pela secreção das glândulas, que é rica em gordura e descamação de pele, possuindo várias funções. Por ser oleosa, ela impede o ressecamento da pele do conduto auditivo e funciona como uma barreira de proteção, que filtra impurezas e corpos estranhos. Também possui ação antibacteriana e antifúngica.

 

 

Por que não podemos retirar a cera?

Retirar a cera reduz a proteção natural contra microorganismos, aumentando o risco de infecções. As infecções do canal auditivo costumam ser muito dolorosas e precisam de tratamento com antibióticos locais.

Além disso, a pele fica extremamente seca, o que gera sensação de coceira, que por sua vez faz a pessoa manipular ainda mais o canal auditivo. Isso se torna um círculo vicioso, com muita irritação no local e eventualmente infecção (otite).

Tentativas de remover a cera de forma excessiva causam um trauma na pele do ouvido, levando à dor. Além disso, o ato pode empurrar a cera para dentro do ouvido, obstruindo o canal e dando a sensação de surdez. Neste caso, em geral é necessária a retirada pelo médico, por meio de lavagem ou aspiração. Se a haste flexível for introduzida até o fundo do canal do ouvido, pode chegar à membrana timpânica, podendo até perfurá-la e levar a uma perda auditiva.

Aposente a haste flexível

Recomenda-se usar apenas toalha para secar após o banho. O uso de haste flexível não é recomendado, pois ela acaba sendo introduzida dentro do canal auditivo com frequência.

O intervalo de tempo em que essa limpeza precisa ser feita depende de cada pessoa, não existe uma regra. Na verdade, pelo fato de nosso ouvido ser “auto-limpante”, quanto menos limpeza, melhor. Se já for um hábito, devemos tomar o cuidado de só limpar externamente.

 

Fonte : https://www.minhavida.com.br/saude/materias/17902-tirar-cera-de-ouvido-aumenta-risco-de-infeccoes-no-orgao

De acordo com um estudo recente realizado por Jamie Desjardins, professor assistente no programa fonoaudiológico na Universidade do Texas em El Paso, concluiu-se que os aparelhos auditivos podem melhorar a função cerebral em pessoas com perda auditiva.

Sabe-se que a perda auditiva, se não for tratada, pode levar a consequências emocionais e sociais, desempenho reduzido no trabalho e diminuição da qualidade de vida. Recentemente, a pesquisa mostrou que a perda auditiva não tratada também pode interferir nas capacidades cognitivas, isso porque tanto esforço mental é desviado para a compreensão da fala.

Desjardins explicou que, como as pessoas envelhecem, as habilidades cognitivas básicas – a memória de trabalho, a capacidade de prestar atenção a um alto-falante em um ambiente ruidoso, ou a capacidade de processar informações rapidamente – começará a declinar. A perda auditiva afeta mais de 9 milhões de americanos com idade superior a 65 e 10 milhões de americanos com idades entre 45 a 64, mas apenas cerca de 20% das pessoas que realmente precisam de aparelhos auditivos fazem o uso dele, disse Desjardins.

Para explorar os efeitos da perda de função cerebral, Desjardins estudou um grupo de indivíduos em seus 50 e 60 anos com perda auditiva neurossensorial bilateral que anteriormente nunca tinha usado aparelhos auditivos. Os participantes do estudo realizaram testes cognitivos para medir sua memória de trabalho, atenção seletiva, e habilidades de velocidade de processamento, antes e após o uso de aparelhos auditivos. Depois de duas semanas de uso da amplificação, os participantes exibiram uma melhoria significativa na sua função cognitiva.

“A maioria das pessoas vão experimentar a perda de audição em sua vida”, disse Desjardins. “Pense em alguém que tem perda auditiva e ainda está trabalhando e eles não estão usando aparelhos auditivos. Eles estão gastando muito do seu poder intelectual apenas tentando se concentrar em ouvir, e podem não serem capazes de realizarem o seu trabalho bem. Ou se eles podem, estão exaustos porque estão se esforçando muito mais do que deviam. Consequentemente ficam mais cansados no final do dia, porque é muito mais desgastante. Ou seja, afeta sua qualidade de vida.”